Radio GF

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sua vida pode mudar...

                    Venha injetar o Amor em suas feridas

talvez o milagre de hoje não esteja no fim da sua dor. Talvez ele esteja na descoberta de que uma outra alegria pode ser maior do que tudo, independente do tamanho do seu corte.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A Droga da Imagem

 Nem Pedro Bandeira conseguiria escrever sobre uma droga tão potente quanto a Imagem. O homem cada dia mais se torna dependente dos seus olhos, cada dia mais escravo de reproduções da realidade em seu cérebro.
Uma droga antiga, moderna, cara, barata, rara ou disponível, as imagens atraem, seduzem, repelem, enojam ou simplesmente fazem parte da sua vida sem você ao menos se dar conta.
Experimente tirar o fone de ouvido pelo menos um dia na estação de metrô. Parace outro mundo. Experimente deixar seu carro na garagem e ir de ônibus para o trabalho. Praticamente se sentirá um marciano. Você já se acostumou com muitas imagens e outras não te fazem falta, desprezíveis, talvez inúteis.
Século vinte e um é sinônimo de bombardeio de imagens, luzes, ícones, logotipos, frases de impacto, 140 caracteres. O homem mergulhou no mundo  dos códigos binários compactados e decifrados em microssegundos. Você nasceu neste mundo e sei lá em que mundo nossos filhos nascerão.
Você não tem dificuldade em assimilar informações que não são palpáveis, mas é “punk” com aquilo que não é visível. Neste ponto, entende-se porque a fé para as pessoas é algo insano. Deus não é palpável, tudo bem… mas se eu não ver, fica difícil de compreender.
Eis o paradigma da fé cristã. Eu não vi Jesus morrer na cruz, nem ressuscitar três dias depois. Como crer? Não vi os textos originais que produziram a bíblia, muito menos teria a capacidade de interpretá-los, como saber sua autenticidade?
Quando o cristão realmente tem um encontro com o Senhor, uma experiência de senti-lo no seu interior, algo totalmente pessoal e irreproduzível, passa a ter uma forma de observar as situações diferente do que seu estado inicial.
Passa a ter fé não pela origem, mas pelos resultados. Não viu Cristo, mas sabe o impacto que o evangelho tem na história do planeta e como as pessoas que realmente crêem tem experiências incríveis. Não tem a mínima idéia da autenticidade da bíblia, mesmo com tantas provas arqueológicas, mas quando lê e procura entender o sentimento das palavras, tudo faz sentido e produz indescritível bem estar.
Em Hebreus 11: 1, a bíblia diz: “A fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.” Note a ênfase no sentido da visão. Não falou de paladar, olfato, audição ou tato. Visão. Uma certeza provada, que não deixa dúvidas, de fatos que parecem nem existir fisicamente. Convicção só existe se você provar. Se experimentar a fé, terá condição de afirmar se o evangelho é uma loucura religiosa ou a verdade que liberta.
Eis o ponto final. A religião nada mais é do que a tentativa frustrada dos homens em criar imagens para descrever sua crença, seus deuses, seus heróis. Só que a fé verdadeira não tem imagens, é convicção do que não se vê. Por isso, as pessoas se frustram com as religiões, porque se espelham em homens, em imagens sacras, em divindades, em mitos e pior, algumas mitologias até permitiam os deuses cometerem erros para justificar os pecados dos mortais. Engraçado. Mas até o que não crê em nada é escravo de uma imagem, de um homem, de um filósofo ou de uma teoria científica.
A droga da imagem sempre estará à disposição no mercado, em diferentes versões e gerações. O quanto você consome é que faz a diferença. Talvez seja uma boa oportunidade para deixar o vício de lado e conhecer Jesus. Não aquele pendurado no madeiro, com o joelho arregaçado, com cara de menina, olhos azuis, cabelos molhados tipo “acabei de sair da ducha” e um coração no peito cheio de lanças, facas, fechas, envolto de uma coroa de espinhos… assustador! Falo de Jesus, o filho de Deus. Falo de Deus.

fonte: O2church

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Tudo que é demais sobra

nivea 2Desde pequena ouço minha mãe dizer que “tudo o que é demais, sobra”. Ela dizia  isso em diversas ocasiões: quando se referia ao tempo a mais que eu queria  passar na casa das coleguinhas pra brincar; quando eu queria comer mais  guloseimas do que ela me determinava a cada dia; quando eu passava tempo  demais assistindo TV; quando eu queria dormir mais do que o necessário. Nos  meus dias de criança eu não entendia muito o porquê eu recebia tantos “nãos” da  minha mãe. Com o passar dos anos a gente aprende, entende, ou pelo menos deveria entender aquilo que certos pais querem realmente dizer com alguns “nãos” que dão a seus filhos. A lição que está nas entrelinhas da educação é que: “os excessos adoecem o ser humano e apodrecem a sociedade”.
Essa é uma verdade que não se pode negar. Tudo que vem em excesso torna-se prejudicial ao ser humano. O excesso de comida, por exemplo, pode trazer sérios problemas à saúde. Começa com aquela terrível má digestão e todos os desprazeres decorrentes dela. Aí vem o problema do excesso de peso. A obesidade pode desencadear problemas respiratórios, problemas de coração, de locomoção, entre outros que podem levar uma pessoa à morte prematura.
O excesso de mimos a uma criança pode torná-la um ser humano altivo e egocêntrico. Assim como o excesso de correção pode torná-la uma pessoa insegura e instável emocionalmente. O excesso de consumo pode afundar um ser humano em dívidas. O excesso de álcool pode incitar à violência e dependência dele. O excesso de trabalho pode causar stress. O excesso de pessoas em um local fechado pode causar acidentes graves. O excesso de solidão pode levar à depressão…
Os excessos fazem mal. Isso porque os seres humanos não foram criados para “acumular coisas em si ou em torno de si”. Minha mãe tem razão, tudo o que é “demais” acaba sobrando mesmo. Ao pensarmos sobre isso chegamos à conclusão de que nosso desequilíbrio e nosso desejo pelo acúmulo de coisas podem ser um exercício e um estímulo ao egoísmo e à independência humana.
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Ao querermos “mais” daquilo que já temos em quantidade suficiente,  podemos tentar preencher outras lacunas vazias de nossas vidas. É a famosa  ”fuga da realidade”. Tentamos substituir aquilo de que realmente precisamos  por aquilo que pensamos precisar. Ao nos estimularmos na prática dos  nossos desejos desenfreados, perdemos a essência daquilo que fomos criados  pra ser: nascemos pra amar a Deus e pra amar ao nosso próximo.
Quando nos concentramos em nossos desejos por “mais”, nos esquecemos de  que dependemos de Deus, de que nosso fôlego de vida vem dEle e de que por isso Ele merece o primeiro lugar em nossas vidas.
Em Mateus 6 à partir do verso 2, Jesus diz: “Por isso voz digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?
De acordo com Jesus, não podemos servir a Deus e às riquezas. Não podemos servir a Ele e às coisas ao mesmo tempo. Quando andamos ansiosos pelas coisas, as valorizamos mais do que a Ele e até do que nós mesmos: “Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?”. A base do “amar a si mesmo” não está em suprir-se com as coisas, mas em suprir-se em Deus que é a fonte de toda vida. O equilíbrio do ser humano depende do quanto ele se relaciona com Deus. Jesus continua dizendo a partir do verso 26:
“Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?
E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé? Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? (Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.
A plenitude real, a felicidade plena está em confiar e se relacionar com Deus.
Quando estamos meramente envolvidos na satisfação dos nossos desejos, automaticamente fechamos os olhos para toda e qualquer necessidade do nosso próximo. Os principais mandamentos são amar a Deus sobre todas as “coisas”, colocá-lo em um patamar, num grau de importância mais elevado do que as coisas; e amar ao próximo “como a ti mesmo”, tratar as pessoas e desejar a elas aquilo que quero para mim mesmo. Contribuir para que elas percebam e tenham em Deus a fonte da felicidade plena e também para que vivam com dignidade.

fonte: blog Nivea Soares

terça-feira, 21 de junho de 2011

A sua primeira vez

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Quando foi a última vez que você dirigiu com calma? Quando foi a última vez que você esperou antes de falar? Quando foi a última vez que você deu um beijo com amor? Quando foi a última vez que você sentiu amor por pequenas coisas e viu beleza onde ninguém viu? Quando foi a última vez que você se sentiu completo sem ter tudo o que ainda quer? Quando foi a última vez que você conviveu bem com seus desejos? Quando foi a última vez que você pensou no próximo? Quando foi a última vez que você deu o segundo passo? Quando foi a última vez que você ousou falar palavras que ninguém acredita? Quando foi a última vez que você acreditou em palavras? Quando foi a última vez que você se abriu?
Deus espera uma atitude verdadeira. Essa pode ser a sua primeira.

texto e imagem:UmPontoUm

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